Em casa
Grupo Vidas e Unidas: 5 anos de parceria bem-sucedida
GRUPO VIDAS PROMOVE COQUETEL DE INTEGRAÇÃO EM BELO HORIZONTE

No último dia 29 de agosto, aconteceu o coquetel de integração do Grupo Vidas em Belo Horizonte. Cerca de 70 pessoas marcaram presença, entre colaboradores, parceiros e amigos. A unidade foi inaugurada em janeiro deste ano e já conta com 22 funcionários internos e uma equipe assistencial formada por 15 especialistas entre enfermeiros e médicos visitadores, além dos profissionais da equipe multidisciplinar e a equipe fixa do serviço de urgência e emergência, com condutores que são socorristas e técnicos de enfermagem de plantão. Localizada na região hospitalar da capital mineira, a empresa dispõe de uma estrutura de aproximadamente 500m² com dois andares. A gerente médica do Grupo Vidas BH Anna Claudia de Azevedo M. Leite comenta que a experiência consolidada foi fundamental para a eficiente expansão do empreendimento. “Começamos com uma equipe pequena, porém ao longo desses meses incorporamos novos profissionais, tendo hoje uma equipe robusta e comprometida, o que nos possibilitou a ampliação da carteira de pacientes atendidos com a mesma segurança e qualidade assistencial praticadas pela matriz em São Paulo. Temos por volta de 400 pacientes em acompanhamento em Minas Gerais (capital e interior) nas diversas modalidades de atendimento”. A gerente de BH ainda divulga que a unidade conseguiu manter uma taxa de reinternação abaixo de 5%, tendo ficado em 2% nos últimos meses, e isso é um indicador importante de qualidade assistencial no Setor de Atenção Domiciliar. “Além disso, os pacientes em cuidados paliativos apresentaram uma porcentagem significativa de óbitos conduzidos com segurança no domicílio, o que proporciona conforto ao paciente e à família, que são acolhidos e amparados no momento da finitude, poupando o paciente de ambientes hospitalares frios e procedimentos invasivos desnecessários”, destaca a médica. De acordo com Dra. Anna, o mercado mineiro é conservador e para superar todos os desafios relacionados à implantação da atenção domiciliar de qualidade em Belo Horizonte e interior, o Grupo Vidas utilizou toda a expertise da equipe de São Paulo para garantir às operadoras um serviço diferenciado, pautado na segurança e satisfação dos pacientes e suas famílias. “Temos uma equipe assistencial qualificada e com ampla experiência em atenção domiciliar, com foco na qualidade da assistência e satisfação dos clientes (operadoras e beneficiários), estamos comprometidos em bater metas assistenciais e de processos e ainda dispomos de uma equipe gerencial/operacional capacitada e empenhada em ser referência no estado”, finaliza.
Veja os serviços oferecidos pela Unidade de BH
• Atendimento domiciliar a pacientes acamados ou restritos ao lar, em diversos níveis de complexidade;
• Gerenciamento de casos (monitoramento)
• Atendimento de equipe multidisciplinar
• Internação domiciliar
• Tratamento de lesões de pele (curativos)
• Intervenção específica: antibioticoterapia parenteral domiciliar
• Desospitalização
• Reabilitação
• APH - atendimento pré-hospitalar
• Remoções em unidade básica e UTI móvel
GRUPO VIDAS COMEMORA PARCERIA DE SUCESSO COM UNIDAS
A relação foi construída com base na integridade, compromisso e cooperação mútua
O serviço de home care é uma excelente opção para os pacientes, familiares, fontes pagadoras e hospitais especializados em alta complexidade pela significativa relação de otimizar o binômio custo-benefício. O Grupo Vidas tem mais de 14 anos de expertise sólida e diferenciada nesse segmento e se destaca pela busca constante de aprimoramento e expansão no mercado de saúde. Desse modo, as parcerias com as Autogestões, Seguradoras, Medicinas de Grupo e Cooperativas Médicas se tornam primordiais. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde (ANS), dos 47 milhões de brasileiros que dispõem de plano de saúde privado, 6,5 milhões apresentam idade acima de 60 anos. Desses, 17,7%, recorrem aos planos de autogestão. O CEO do Grupo Vidas, Ronaldo Perreira, reconhece que os negócios com essa modalidade de plano de saúde geram cerca de 80 implantações de novos pacientes por mês, totalizando cinco mil atendimentos mensais. “A Unidas - União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde – que reúne as operadoras de autogestão do Brasil, é hoje um dos principais parceiros para a Vidas Home Care. Temos contratos com 12 autogestões e mantemos uma relação saudável e de proximidade focada no entendimento das necessidades dos benefi ciários e na qualidade da assistência prestada com respeito e ética”, comenta.
O gerente executivo do Grupo Vidas, Rafael Martins, lembra que a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) foi a primeira empresa a estabelecer parceria em 2008. “Iniciamos com a Unidas em 2014 para realização de eventos, atendimentos ambulatoriais e de remoções, além de informativos. Nossa área de abrangência está nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Em São Paulo, prestamos atendimentos para mais de 145 cidades. Com a implantação das unidades de Salvador e Belo Horizonte, temos a expectativa de ampliar cada vez mais essa aliança, podendo oferecer nossos atendimentos a outros estados da Federação”. Com a meta de se manter como referência nas soluções de saúde para todo Brasil, o Grupo Vidas oferece uma estrutura integrada de atenção à saúde de forma personalizada, com prontidão, segurança e ética através da união das três empresas. Atualmente, o Grupo Vidas atua em 212 cidades dos quatro estados já citados, e trabalha com mais de 50 operadoras de saúde, disponibilizando os serviços de assistência materno-infantil, assistência domiciliar, monitoramento de doenças crônicas, internação domiciliar, acompanhamento hospitalar e atendimento 24 horas. Além de ser especializado em atendimento pré-hospitalar, transporte aéreo e terrestre e cobertura de eventos, realiza 900 remoções e Atendimento Pré-Hospitalar (APH) em média, por mês, e presta serviço para aproximadamente 30 pacientes por dia nas cidades de São Paulo, Salvador e Belo Horizonte. Todas as suas ambulâncias (compostas de recursos tecnológicos de última geração) são monitoradas via satélite e pela central de urgência. A central de emergências e regulação funciona 24 horas, sete dias por semana. Perreira ainda reforça que há um projeto futuro para expandir a atuação fortemente no Sudeste, Norte e Nordeste, levando atendimento de excelência para todo o país. “A agilidade na desospitalização, o atendimento em regiões fora dos grandes centros, as parcerias e a transparência com as operadoras de saúde e o foco na segurança do paciente são os nossos diferenciais”, pontua o CEO.
GRUPO VIDAS MOBILIZA COLABORADORES EM PROL DA SEGURANÇA DO PACIENTE E FAMÍLIA
Doze participantes voluntários se dividiram em duplas para debater as oportunidades de melhorias identificadas a partir das vivências de cada um
O Núcleo de Qualidade e Segurança Assistencial (NQSA) foi criado em março de 2019 com a proposta de buscar, por meio de uma equipe multidisciplinar, a melhoria contínua na integração e na prática dos processos. O idealizador da ação “Todos pela Segurança do Paciente e Família”, Roberto Corrêa Leite, gerente do Núcleo, que está no Grupo Vidas há mais de dez anos, revela que “esse período tem sido de grandes mudanças, transformações e quebras de paradigmas, principalmente relacionado à introspecção e valorização da cultura de segurança do paciente. Estamos revisando todos os processos assistenciais, estabelecendo protocolos e mudanças fundamentais que reforçam o nosso compromisso com a qualidade e segurança assistencial”. A apresentação dos projetos da campanha foi realizada no dia 22 de agosto no auditório JR da matriz em São Paulo. O principal objetivo foi motivar o envolvimento dos colaboradores, estimular a criatividade e o trabalho em equipe. Para Roberto, esses profissionais têm o know-how necessário para propor mudanças significativas para todo o sistema. “De uma forma geral, a iniciativa contribuiu para troca de experiências, oportunidade de voz e aproximação dos colaboradores com os seus gestores. Além disso, identificamos e discutimos vários processos assistenciais que necessitam de maior atenção e revisão. Por fim, compreendemos que, embora os temas dos projetos fossem distintos, todos estavam interligados e se complementavam, demonstrando uma grande sintonia entre todos os participantes”, avalia o gestor.
CONHEÇA OS TEMAS DISCUTIDOS E AS SEIS DUPLAS QUE ACEITARAM ESSE DESAFIO!
Gratificante. De forma unânime, é assim que os colaboradores definem a experiência de elaborar propostas para esse projeto. A psicóloga Juliana Castro e a assistente social Beatriz Aparecida Lucas dos Reis, abordaram as possíveis contextualizações sobre Prevenção de violência contra pessoas idosas com o intuito de esclarecer e englobar familiares e a equipe sobre ações eficazes e de apoio diante de situações que vierem à tona nessa modalidade. “O maior índice de atendidos em assistência domiciliar é considerado idoso e em muitos casos há um cuidador. Durante nossa apresentação, destacamos que através de ferramentas avaliativas podemos atuar com a intervenção social para direcionamento em canais de apoio já existentes. Foi recompensador ter a atenção e disposição da gestão e dos nossos líderes em ouvir, pontuar e enaltecer nossas ideias construtivas em prol de nosso trabalho”, enfatiza Juliana. Segundo Beatriz, a oportunidade despertou um grande entusiasmo para a introdução das propostas estudadas no cotidiano profissional. “A partir dessa ação, reconhecemos que através de materiais explicativos podemos instruir e educar as famílias e idosos inseridos no contexto de atendimento domiciliar. Sendo assim, a instituição e os profissionais da equipe multidisciplinar poderão auxiliar nessa questão, contornando os obstáculos e garantindo a qualidade de vida do paciente idoso”.
Sbar é uma técnica utilizada para facilitar a comunicação imediata e apropriada. Isso significa que durante o período de cuidados do paciente, a comunicação deve ser estrutura seguindo as categorias: Situação, Breve Histórico, Avaliação e Recomendação. A dupla Danielle Lima, enfermeira case, e a auxiliar administrativa Rafaella Medeiros, dissertaram sobre essa questão e criaram estratégias para implementar o método no Grupo Vidas. “Foi uma tarefa extremamente complicada, tivemos que nos dedicar e entender qual a necessidade da empresa. Pensamos em uma ferramenta que auxiliasse a comunicação (SBAR). É uma forma de transferir informações importantes com precisão entre todos os colaboradores, refletindo na qualidade do atendimento com o paciente”, frisa Danielle. Rafaella conta que o estudo teve como base fatos que aconteceram dentro da empresa. “Foi muito produtivo, analisamos as ocorrências desde a recepção até o profissional que desenvolve o trabalho na residência do paciente. Assim, produzimos novos mecanismos para evitar erros de comunicação”, conclui.
A importância da identificação das reações alérgicas na segurança do paciente foi o tema explanado pela coordenadora operacional de São Paulo Andreza Sampaio e pelo enfermeiro Case Fábio Moura. Eles debateram sobre as reações adversas causadas a partir da escolha medicamentosa em determinados tratamentos. “Nosso objetivo é criar métodos efetivos utilizando a nossa ferramenta básica de trabalho que é o sistema operacional. A ideia é trabalhar em conjunto com a equipe multiprofissional para identificarmos as alergias de todos pacientes atendidos pelo Grupo Vidas, e desse modo, implementar no programa uma maneira de bloquear a administração de medicações específicas para evitarmos tratamentos indevidos que promovam reações alérgicas aos pacientes”, salientam os especialistas.
As enfermeiras case Ariane Nogueira e Natasha Chagas se orgulham de fazer parte do quadro da Vidas Home Care e garantem que essa iniciativa agregou conhecimento a todos da equipe e resultará em benefícios futuros aos pacientes. Elas exploraram os principais tópicos da Padronização do sistema de controle de infecção domiciliar para solicitação de antimicrobiano. “Nossa meta fundamental é facilitar o acesso ao histórico patológico do paciente e últimos tratamentos antimicrobianos realizados para auxiliar na tomada de decisão médica, além de gerar indicadores de qualidade para criar planos de ação que reduzam e controlem novos processos infecciosos em domicílio. Isso nos permitirá agir de forma segura perante aos procedimentos realizados pelo cuidador ou profissional da saúde e as possíveis intervenções médicas”, comentam.
O projeto das profissionais da unidade de Campinas, Andressa Andrade, formada em psicologia e auxiliar administrativa do departamento de Educação Continuada, e a auxiliar administrativa do setor de Pagamentos Flávia Pietrobom, girou em torno da importância da psicologia na vivência do home care. “O projeto que realizamos possui uma abordagem que se difere da maioria dos apresentados, uma vez que teve como ciência base a Psicologia. Buscamos apontar quais as possíveis colaborações práticas que um profissional desta especialidade poderia realizar em uma empresa de Home Care, e como elas refletiriam no aumento da qualidade do trabalho realizado, envolvendo colaboradores administrativos/operacionais, equipe multiprofissional e técnica, cuidadores, familiares e paciente. Ter, então, a chance de expor nossas ideias, compartilhá-las e ser reconhecidas, é uma grande satisfação”, comemora Andressa. Para Flávia, a ação foi um desafio. “Mesmo não sendo a minha área, sendo formada em Administração de Empresas, tive que ampliar a minha visão. Decidimos desenvolver o projeto para que pudéssemos alcançar a melhoria no ambiente de trabalho e na prestação dos serviços realizados na casa do paciente”.
Esta dupla também é de Campinas. Thaíse Lucimara Hauch e Talita Maria Santos atuam como enfermeiras case e optaram por analisar a Comunicação efetiva na prescrição, uso e administração de medicamentos injetáveis. Ambas ressaltam que a campanha foi uma forma inovadora de gerar conhecimentos e expandir as informações. “O propósito é criar um instrumento como fluxograma e protocolos para se ter uma comunicação 100% efetiva das prescrições médicas no que se trata de medicações injetáveis, pois um erro pode acarretar sequelas ao paciente e custos à empresa”, pontuam.